Ritmo de tartaruga
SÃO PAULO — Daqui a sete dias, o ex-pequeno empresário Oswaldo Pereira deverá contar diante do júri como, há 17 anos, entrou no quarto do comerciante Agostinho Gomes Jardim durante a madrugada, colocou uma almofada entre o cano do revólver e a cabeça do agiota, que guardava várias promissórias em seu nome, e disparou, matando o homem que era também marido de sua amante. Pela terceira vez, pais e irmãos da vítima virão de Portugal para o Brasil para assistir ao julgamento, duas vezes adiado.
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Texto publicado no Jornal do Brasil.