Snipers? Não! Pelotão de fuzilamento

Snipers? Não! Pelotão de fuzilamento

Está disponível para quem quiser ver (até mesmo aqui) o vídeo que mostra o momento em que o sequestrador do ônibus na Ponte Rio-Niterói foi alvejado por um primeiro disparo, depois de atirar uma mochila no chão. É evidente, nas imagens, que ele cai, já sem reação, depois do disparo.

https://www.youtube.com/watch?v=_BSSZE25Nx0&feature=youtu.be
Mas o primeiro laudo necroscópico informa que Willian Augusto da Silva, o homem que realizou o sequestro, foi atingido por seis tiros. Ou seja, foi alvejado mais cinco vezes depois do tiro que o derrubou.ã
Alguém duvida que a autópsia detalhada revelará que alguns disparos foram feitos à queima-roupa?
É evidente que a utilização de atiradores com rifles de alta precisão é imprescindível em alguns casos e, aparentemente, a situação no Rio de Janeiro, pelas informações de que se dispunham naquele momento, justificavam a atuação do sniper. Mas isso é bem diferente de admitir a ação de um esquadrão da morte à luz do dia, uniformizado, pago pelo contribuinte.

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