O 2º grau com jeito de faculdade
SÃO PAULO — O mais ousado candidato à carreira universitária tremeria ao ter que dissertar sobre as teorias comunistas diante de uma banca examinadora composta de três convictos professores marxistas. Essa, porém, foi uma das situações pelas quais passaram 82 adolescentes do segundo ano do 2º grau, durante uma experiência inédita realizada pelo Colégio Oswald de Andrade, uma escola particular da capital paulista. Instalada no nobre bairro do Alto dos Pinheiros, na Zona Sul da cidade, a escola decidiu levar seus alunos a trabalhar na elaboração e defesa de teses acadêmicas com o mesmo figurino adotado na universidade.
Texto publicado no Jornal do Brasil.