15 sugestões para ação diante dos dias mais duros da pandemia

Redução de impostos sobre bicicletas e motos, escalonamento de horários comerciais, liberação de entretenimento e vacinas para entregadores de encomendas podem ajudar a conter a disseminação do vírus
Algumas ideias elementares para reduzir a disseminação do coronavírus, facilitar o cumprimento das medidas de isolamento e manter alguns dos mais necessitados em atividade:
1 – Zerar impostos de todos os tipos sobre motocicletas básicas e bicicletas, permitindo que os trabalhadores que precisam fazer deslocamentos tenham uma alternativa para se livrar do transporte público;
2 – Provisória e emergencialmente, pagar às empresas de ônibus apenas por quilômetro rodado, estimulando a manutenção em serviço da maior quantidade possível de coletivos;
3 – Acrescentar mais carros às composições ferroviárias de subúrbio, ampliando a oferta de lugares;
4 – Nos horários de pico, manter operação paralela às linhas de subúrbio com serviço de ônibus, aumentando alternativas para evitar superlotação;
5 – Aumentar em uma hora de manhã e uma hora à noite o horário de funcionamento dos metrôs, criando maior quantidade de viagens;
6 – Escalonar o horário de funcionamento de bancos e comércio, permitindo que determinados estabelecimentos abram entre 6h e 13, outros entre 9h e 16h e um terceiro grupo das 11h às 18. Bancos, por exemplo, poderiam operar entre 12h e 19h, por exemplo, para contemplar todos os outros horários.
7 – Incluir entregadores de qualquer tipo entre os grupos prioritários de vacinação;
8 – Permitir que supermercados contratem provisoriamente selecionadores de compras, que as realizariam para clientes cadastrados e as entregariam no estacionamento em horário predeterminado;
9 – Liberar a realização de espetáculos esportivos e exigir que sejam transmitidos na TV aberta, estimulando torcedores a ficarem em casa – com controle efetivo nas competições, sem público, do modo como já vinha ocorrendo;
10 – Exigir que as TVs a cabo liberem pelo menos uma parcela de sua programação premium para exibição em todos os horários para não-assinantes, estimulando outros grupos também a permanecer em casa;
11 – Abrir os parques municipais e estaduais em horários mais amplos, estimulando atividades ao ar livre, em que é baixo o risco de contágio, com controle da quantidade de acessos e fiscalização intensa do urso de máscaras. Em risco de superlotação, pode-se dividir os dias de frequência por documentos de final par ou impar, ou em esquema semelhante ao do rodízio de automóveis;
12 – Criar centros de triagem de grupos sintomáticos em grandes área abertas, evitando o afluxo de pessoas aos centros de primeiro atendimento, que se transformaram em focos de contaminação;
13 – Chamar os profissionais de saúde não envolvidos na linha de frente – mas já vacinados, como se sabe – para atuar nessas frentes de diagnóstico e encaminhamento;
14 – Proibir a realização de obras adiáveis em condomínios residenciais, evitando ao máximo o trânsito de não moradores nesses locais;
15 – Combinar a vacinação da população de rua, em locais específicos, com a distribuição de alimentos, oferta de banho, cuidados pessoais e roupas limpas – apenas para os que queiram.
Claro que muitas dessas medidas podem não ser realizáveis em todas as cidades, mas pelo menos algumas, ou parte delas, pode ser aplicável e útil.
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