Num efeito manada, o gado adversário de Bolsonaro atira na Prevent Senior

Num efeito manada, o gado adversário de Bolsonaro atira na Prevent Senior

Tudo leva a crer que a Prevent Senior deve esclarecimentos à polícia sobre as práticas em seus hospitais. Mas o jogo na CPI e na imprensa é feito para manter o governo acuado, inflamar aliados e pôr no fogo os clientes da empresa

A esta altura da história do Brasil, qualquer cidadão já deveria saber que o primeiro sinal de suspeita sobre uma situação está na unanimidade. O segundo, na cegueira provocada pela ação irrefletida. Mas muita gente parece fazer questão de esquecer essas advertências e se deixar levar no efeito manada.

Nos dias que correm, são adversários do bolsonarismo que, por paixões políticas ou mera ignorância, comportam-se exatamente como o gado que costumam, com muita precisão, denunciar nas hostes que apoiam o presidente.

Diante da chuva de denúncias que envolve a operadora de saúde Prevent Senior, em vez de investigar os detalhes do caso, estudar a veracidade das acusações e analisar o perfil dos denunciantes, como é necessário diante de qualquer onda incriminatória, os mais esclarecidos entre esses antibolsonaristas tomam partido de antemão, mesclam fatos com ilações e constroem um circo de delações que só faz assustar 550 mil pessoas inscritas no plano de saúde e, muito possivelmente, ajudar a concorrentes da empresa a moer rapidamente um adversário que vinha não só conquistando mercado, mas colocando em xeque a desmedida sanha de lucros estabelecida no setor. E levam com eles a manada.

Nesta última semana, houve quem dissesse que a empresa implantou uma Auschwitz brasileira, quem descobrisse letras nazistas nas músicas da banda de rock dos donos da Prevent, quem defendesse a intervenção da Agência Nacional de Saúde antes da conclusão de qualquer investigação, quem estabelecesse relações diretas entre a família Bolsonaro e a operadora e até quem tenha apontado a participação da rede num complô governamental em prol da morte por covid.

Num país em que qualquer barbaridade é possível, tudo isso parece muito verossímil e pode até acontecer que as muitas acusações contra a empresa se revelem verdadeiras ao final de apurações profundas, mas a rigor não existe, por enquanto, a quantidade de informações comprovadas que permitam conclusões tão apressadas. E as razões para recomendar cuidado são muitas.

Para começar, ninguém parece olhar para o calendário e para as circunstâncias antes de acusar a Prevent Senior de disseminar o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. No início do ano passado, quando o coronavírus passou a frequentar as vias respiratórias de muita gente e as páginas dos jornais em todo o mundo, nenhum médico no planeta tinha certeza nenhuma sobre como combater a doença e a busca urgente de alternativas envolveu experimentos de todo tipo.

Vale recordar, por exemplo, que até maio de 2020, havia autorização preliminar para uso experimental da cloroquina nos Estados Unidos e no Reino Unido. Na Itália, cujas imagens do caos hospitalar e de mortes ao vivo chocaram o mundo, essa utilização foi mantida, judicialmente, até dezembro. A agência europeia de medicamentos advertiu na época para os riscos de efeitos colaterais, mas manteve a possibilidade de realização de ensaios clínicos com o medicamento aplicado contra a covid.

Foi apenas em março de 2021 que a Organização Mundial de Saúde fez sua “forte recomendação” contra o uso da cloroquina. Na mesma época a Anvisa finalmente tomou posição, divulgando alerta sobre a inutilidade da medicação e os riscos a ela associados.

Portanto, do ponto de vista médico, científico, havia em torno da utilização de cloroquina um enorme debate marcado por incertezas no qual, ainda que a maioria se posicionasse contra, uma parcela nada desprezível sugeria continuar tentando o tratamento da covid com essa substância, sob o argumento de que seria melhor arriscar algum medicamento do que simplesmente entubar pacientes e esperar que seu organismo desse conta do combate à infecção.

Numa empresa especializada no atendimento de idosos, as vítimas preferenciais do vírus, não há nada que espante na decisão de adotar logo no início da pandemia o protocolo de tratamento com a utilização de cloroquina e outras substâncias cujo processo mundial de avaliação passou pelo mesmo calendário e pelas mesmas incertezas. Se houve informação ao paciente sobre a utilização da substância, “fora dos procedimentos recomendados na bula”, e avaliação de seu prontuário para determinar o nível de risco, o uso da cloroquina nunca foi ilegal ou criminoso, desde que feito com a concordância de quem a tomou.

Cabe recordar que foi Bolsonaro quem pegou carona na controvérsia da cloroquina, no seu desespero para evitar lockdowns e para se apoiar em comerciantes e empresários cujos negócios foram mais afetados pelas medidas sanitárias. Nunca houve uma delegação de médicos pró-cloroquina batendo à porta do Palácio do Planalto para apresentar uma solução milagrosa ao presidente, mas sim um processo ardiloso de atrair para a proximidade com o governo os profissionais mais inflamados na defesa da medicação.

Muitos destes, por seu lado, tão entusiasmados politicamente quanto os que agora reverberam denúncias, partiram para ação ideológica, além da atuação clínica, num processo não muito diferente do que a princípio motivou sanitaristas e outros profissionais a condenar colegas que se arriscaram a propor o chamado tratamento precoce – o uso dos medicamentos sem comprovação de eficácia diante dos primeiros sintomas da doença. Se era previsível a confirmação da inutilidade dessas terapias, isso não é suficiente para concluir que houve má-fé, desídia, tentativa de homicídio ou ação genocida.

Esses médicos devem responder, sim, por compactuar com as ações pró-covid do presidente Bolsonaro quando ele insinuou a utilização sem receita de cloroquina como tratamento preventivo, comparou a doença a uma gripezinha, deixou de usar máscara em situações públicas e até tirou a que cobria o rosto de uma criança, afirmou que a covid apenas encurtou vidas de condenados por outras doenças, eximiu-se da responsabilidade por ações sanitárias e desacreditou e atrasou a compra de vacinas, além de continuar afirmando que não vai imunizar-se.

Ou seja, esses profissionais podem responder por vinculação ideológica a um psicopata, mas não por buscar algum tratamento que pretendesse matar ou causar prejuízo a seus pacientes. Também devem explicar por insistir nessa alternativa na medida em que ficou clara a ineficácia dos procedimentos e ainda por terem realizado alguns experimentos fora dos níveis adequados de controle, mas este assunto é complexo o suficiente para ser analisado por colegiados de especialistas, em lugar de supostos analistas políticos.

Mesmo tratamentos com descrição relativamente assustadora, como a terapia de ozônio com aplicação retal, reúnem defensores mundo afora que não têm qualquer vinculação com Bolsonaro ou outros governos de direita. Essa era, aliás, uma boa razão para que a CPI da Covid procurasse manter, desde o início, uma distância segura da discussão de prescrições medicinais. Na medida em que se deixou transformar também numa CPI da cloroquina, entrou num território em que qualquer mistificação acaba valendo.

Uma coisa é acusar o governo de pôr o exército para fabricar uma substância de uso controverso ou de empenhar recursos na compra desse medicamento enquanto ignorava a falta de oxigênio em Manaus. Outra, bem diferente, é tratar como criminoso um profissional que acredita estar buscando um tratamento eficiente para determinada doença. Para essa função todo parlamentar teria obrigação de se declarar incompetente, principalmente por saber que, se acometido de covid, seria capaz de pedir a seu médico a prescrição de remédios de eficácia duvidosa.

Retomando-se, então, a situação específica da Prevent Senior, que nunca escondeu as tentativas de utilização da cloroquina e até chegou a empolgar-se com os resultados, possivelmente ludibriada por seu próprios erros metodológicos, cabe recordar que ela foi escrutinada pelas secretarias de Saúde do Estado de São Paulo e da capital paulista já em março de 2020, quando um de seus hospitais estava no epicentro do nascimento da pandemia no Brasil. Se a prefeitura escreveu recomendação de intervenção por parte do Estado, a avaliação da secretaria estadual chegou à conclusão oposta e só faltou emitir um certificado de excelência para o hospital. Novas análises, sobre toda a rede, estão em curso por esses dias e, considerando os padrões verificados anteriormente, nada indica que saia dessa blitz algo mais do que foguetagem política.

É bem mais prudente esperar que um inquérito policial venha a analisar, com calma e profundidade, o conjunto de denúncias que 12 médicos anônimos fizeram chegar à CPI antes de trombetear conclusões que, futuramente, podem revelar-se infundadas – depois de ter prejudicado uma boa quantidade de pessoas.

Não se pode desconsiderar que esse anonimato dos denunciantes – alguns talvez identificados numa ação pedida à Procuradoria Geral da República pela própria Prevent Senior no dia 20 de setembro – soa estranho por parecer existir apenas para o público, já que integrantes da CPI devem saber quem são e a empresa tem acesso à documentação sobre ela desde que um diretor foi declarado investigado pela comissão. Ontem, dia 30, o presidente da CPI, Omar Aziz, informou esperar que um desses médicos se exponha como testemunha na próxima semana. Trata-se de uma questão essencial, já que comissões de inquérito que aceitam como acusação denúncias anônimas incomprovadas são, na essência, um atentado a qualquer tratado de direito.

Mas o esmiuçamento dessa história deixa as coisas muito mais confusas.

Para representá-los na oitiva sobre o dossiê contra a Prevent que enviaram à CPI, esses profissionais escolheram uma obscura e articulada advogada da cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo. Bruna Morato, essa advogada, embora tenha afirmado no depoimento que conhece profissionalmente a fundo casos envolvendo médicos, tem um currículo que dá pouca credibilidade a essa afirmação. Numa pesquisa junto à justiça de São Paulo, seu nome aparece em 43 processos de primeira instância, a maioria relacionada a problemas ordinários, como inventários, indenizações trabalhistas, usucapião e questões societárias. Locação, pagamento e pensão estão entre os seis casos que tramitam na segunda instância.

A própria legitimidade de Bruna para falar daquilo que os 12 médicos relacionam no dossiê como acusações à Prevent Senior poderia ser questionada por não haver nas ações de direito o depoimento por procuração para pessoa física, exceto no caso de se apresentar confissão. Mas ela, aparentemente atendendo a encomendas muito bem definidas, foi bem além disso e impressionou senadores e audiência com detalhes sobre o suposto relacionamento da Prevent Senior com o governo federal e até um complô, que envolveria o ministério de Paulo Guedes, para escamotear a gravidade da pandemia e manter a economia ativa.

No mesmo pacote, acusou a empresa de usar pacientes como cobaias, promover eutanásia passiva, esconder dados de tratamento dos familiares, economizar recursos em medicamentos e terapias, retaliar médicos resistentes às determinações da diretoria, sabotar a autonomia dos profissionais de medicina para as prescrições, aplicar tratamentos não regulados, fraudar atestados de óbito e falsificar prontuários, entre outros atentados à saúde de seus clientes.

Trata-se claramente de um gigantesco e bem fornido conjunto acusatório, pronto para ser submetido à justiça comum e às autoridades regulatórias da área médica. É de espantar que os médicos anônimos tenham deixado de registrar ocorrências policiais quando tomaram conhecimento do que denunciam. Enquanto não recorrerem a uma delegacia para depor oficialmente sobre todos esses problemas, eles são no mínimo cúmplices – caso os crimes sejam comprovados.

Excluindo-se a eventual relação da direção da empresa com Bolsonaro, sua família e seus fanáticos apoiadores, alguma ligação comprovada entre as práticas adotadas nos hospitais Santa Maggiore e determinações do Ministério da Saúde e o fornecimento intencional de dados falsos para a tresloucada campanha pró-covid movida pelo presidente, todas as outras acusações, efetivamente graves, não fazem nenhum sentido quando levadas ao palco da CPI que deveria apurar a ação do governo federal diante da pandemia.

Tudo isso só inflou o circo político, desviou a atenção do essencial, criou pânico entre associados da Prevent Senior e contribuiu para tornar mais confuso do que já seria o relatório inócuo que certamente será apresentado pelo senador Renan Calheiros.

CPIs são criadas para botar adversários políticos no fogo, não importa o combustível que venha a ser queimado para isso. Neste caso em particular, Renan e Aziz, cujos currículos de improbidade não deveriam ser esquecidos, travestiram-se de Batman e Robin para uma tarefa fácil de manter acuado um governo absolutamente inepto chefiado por um presidente cujo comportamento ultrapassa o da contumaz criminalidade. Outros integrantes da CPI, com a prática de falar, acusar e discursar mais do que ouvir os depoimentos das testemunhas, são apenas coadjuvantes de um ato teatral. Vão todos entregar o serviço com a expectativa de manter a própria sobrevivência política. E só.

É estarrecedora, ainda, a reação da mídia antibolsonarista, também disposta a fazer fogueiras sem avaliar as consequências e a origem do material de combustão. Se é evidente e indesmentível, que houve vários problemas na gestão da pandemia na Prevent Senior, alguns deles confessados até no depoimento do diretor executivo à CPI, também é claro, óbvio e ululante que essa artilharia se sustenta sobre duas pernas de um projeto vergonhoso.

De um lado, os que buscam amplificar o terror e associá-lo à gestão federal são, mais do que ingênuos, profetas de um vale-tudo político que deveria ser exatamente o maior inimigo da atividade jornalística. De outro, como bem se sabe desde que o despudorado Luiz Henrique Mandetta resolveu atirar contra a Prevent Senior na condição de ministro (e de procurador oculto de outras operadoras), o jogo econômico na área da saúde inclui uma guerra de lobbies que não premia só deputados e senadores amigos, mas também abastece a carteira de conferencistas e fornecedores de análises sobre o cenário brasileiro.

Ou seja, todas as manadas têm líderes. E o interesse deles nem sempre é favorável aos liderados. Certamente não há mentiras intencionais nas narrativas como a que descreveu os últimos dias do médico Anthony Wong e a assombrosa emissão do seu atestado de óbito sem a informação sobre covid. Esse foi um grande momento do redundantemente chamado jornalismo investigativo. O problema está na interpretação e extrapolação de casos como esse, como se a provável exceção dê a certeza de uma regra, o que é mais um truque para iludir a manada.

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Nagib Abdala
Nagib Abdala
4 anos atrás

Da mesma forma que foi feito com a Odebtecht, OAS e outras empresas, causando tantos prejuízos ao país, se houve crime, elimIne-se os CPFs, mas preservem os CNPJ, em benefício de clientes e trabalhadores!

Dora
Dora
4 anos atrás

Eu tenho Prevent Senior e sempre fui bem atendida inclusive quando houve suspeita de covid, tomei o coquetel e não tive nada. Na minha opinião a Prevent Senior é uma empresa que enxerga além das fronteiras, mas a esquerda maldita faz de tudo para prejudicá-los. Se precisar tem meu testemunho. Um dia esses podres que se encontram no poder vão provar do próprio veneno.

Odair José
Odair José
4 anos atrás

Boa tarde
Minha mãe só está viva graças a esse convênio
Caso ache interessante darei meu testemunho
Att
Odair

Rosely Nora
Rosely Nora
4 anos atrás

Lamentavelmente essa situação só serve para aterrorizar os idosos , sem marginalizados pelos demais planos de saúde.
Migrei há 3 anos para Prevent , em virtude dos preços abusivos das demais empresas de saúde.
Sempre tive um excelente atendimento.

Vfbmark Mark
Vfbmark Mark
4 anos atrás

Bom dia.
Que engraçado este País, e como a imprensa e certos cidadãos pensam. É muita hipocrísia.
A Prevent senior, pioneira no segmento, teve a coragem de encarar este mundo de idosos em estado de gravidades diversas,
e nos socorreu, nos tirou do abandono. Estou no Plano a quinze anos, três cirurgias impecáveis, tratamento pós cirúrgico primeiro mundo
Vão fazer CPI da Santa Casa de Misericórdia, Hospital São Paulo, Savoya caindo o teto. Os idoso foram sempre criminosamente esquecidos e abazndonados
Vocês nunca se importaram. É muito cínísmo, estes Senadores Randolfe Rodrigues, Omar Aziz que nem cuida dos graves problemas dos Estados deles, e agora
politicamente, apenas isto querem se mostrar como super heróis e justiceiros junto em esta imprensa mentirosa, corporativista. Me engana que eu gosto

Enzo
Enzo
4 anos atrás

Caro Marcos, boa noite.
Você como sempre trazendo boas análises sobre tema atuais e relevantes.
Infelizmente no Brasil, tem muita, mas muita gente que embarca no trem sem saber pra onde vai, apenas por que mandaram ir ou tinha fila pra entrar.
Se uma Senadora, usou de sua retórica para dizer que a Prevent Sênior é a Auschwitz brasileira, imagino que ela deva saber tudo a respeito daquele local e do período nefasto de nossa história mundial, isso nos daria prerrogativas para chamar a CPI da COVID de Inquisição brasileira?
Estamos assistindo diariamente uma verdadeira caça as bruxas, onde alguns Senadores chamam a depor profissionais de todas as áreas, bem como parlamentares, ministros e empresários, obviamente escolhidos para depor contra o governo e contra quem em algum momento ajudou ou tentou ajudar governo.
Alguns até devem ter gostado disso, pois ontem assistimos a um empresário, Sr. Luciano Hang, que o Presidente da CPI chamou de bobo da corte, porém, este empresário que de bobo não tem nada, conseguiu fazer horas e horas de propaganda grátis para suas lojas em rede nacional. Quem foi o bobo afinal?
Agora a bola da vez é meter o pau na Prevent Sênior por tentar achar uma cura, ou remediação para a Covid 19 no tempo em que o mundo todo procurava algum remédio, qualquer que fosse para esta finalidade. Como podemos classificar então, os testes de vacinas, feitos a toque de caixa no mundo todo, com testes em humanos, sem saber a verdadeira eficácia da vacina, pois ainda hoje todas são experimentais. Qualquer médico ou farmacêutico, não precisa ser um cientista pesquisador, pra saber que qualquer vacina ou remédio necessita de anos e anos de pesquisas em animais antes de ser aplicado em humanos para poder ter a sua eficácia comprovada e aprovada pelos órgãos reguladores de qualquer país.
Sabemos também que esta pandemia é um caso a parte e sua urgência justificou o atropelo de etapas nos testes das vacinas e até por isso, podemos afirmar que ainda são experimentais e por isso necessitam de inúmeras doses de reforço.
Baseado em quê deve-se afirmar que a Prevent Sênior, ou qualquer outro laboratório, usou de métodos escusos ou obscuros para tentar achar alguma droga que melhorasse a qualidade de vida do povo brasileiro, pois obviamente se o resultado fosse positivo, seria estendido a toda a população e não apenas aos beneficiários.
Os outros tantos laboratórios não estão sendo investigados? Ou por não serem bolsonaristas, podem fazer como quiserem?
Estão massacrando uma empresa por ter iniciativa de prevenção? Onde estão os outros inúmeros planos de saúde que não investem em pesquisa e desenvolvimento? Devemos concluir depois disso tudo que a intenção de todos os outros planos de saúde é apenas ganhar com o atendimento e não praticar a prevenção necessária à saúde de seus beneficiários.
Ora essa, quando viram que a Prevent Sênior poderia ter um retorno positivo de pelo menos tentar achar uma melhoria na prevenção, correram a cortar-lhe as asas. Seria ela (Prevent Sênior) a única a fazer isso?
Vamos ver até onde vai chegar essa Inquisição.

Marcio
Marcio
4 anos atrás

Todos sabemos que além da Prevent, outros convênios médicos além de hospitais públicos também utilizaram o kit Covid.
Então fica a suspeita, porque só a Prevent é investigada?
E os hospitais de campanha, a compra de insumos, respiradores e medicamentos?
Nossos nobres parlamentares não vão investigar?

mauro de padua filho
mauro de padua filho
4 anos atrás

Muito triste esta vergonhosa perseguição precipitada e capitaneada por uma menininha metida a advogada.
Sem escrupulos, não sabe que a Preventsenior adotou o mercado de tratamento de idosos que viviam desamparados no Brasil, salvando a vida e saúde de milhares de idosos abandonados. Sou associado da Preventsenior com muito orgulho e confiança. Nunca vi uma reclamação a respeito de vítimas. Tenho amigos que trabalham lá e a empresa da muito emprego. Usei e usaria o Kit novamente que me enviaram em casa. Também fiz tres cirurgias impecáveis, com tratamento de primeiro mundo. Estes bandidos da CPI deveriam ver quantos idosos morriam sem recursos.

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